A metodologia do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas leva em conta o processo de aprendizado integrado com a prática, ou seja, parte do pressuposto de que a experiência, em conjunto com a atividade intelectual, é geradora de saberes e de conhecimentos. Assim como propõe Paulo Freire, entende-se que a educação deve partir de uma leitura crítica e dialógica, onde o ser humano é compreendido como um ser em permanente construção.
Neste contexto, as atividades são pensadas estrategicamente para promover o diálogo entre os diferentes saberes, favorecendo a interatividade e a apreensão de novas informações no processo educativo. Candau (2003) já mencionou que o “enfoque metodológico deve privilegiar estratégias que estimulem processos que articulem teoria e prática, elementos cognitivos, afetivos e envolvimento em práticas sociais concretas”.
Partindo desses princípios, o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas é composto por dois módulos e duas atividades pedagógicas. Os temas e dinâmicas sugeridos dialogam com os objetivos gerais e específicos deste projeto, estimulando a reflexão crítica e à construção coletiva de novas formas de abordagem sobre gênero, raça e etnia na mídia.
Facilitadora do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas: Cleidiana Ramos.
Cleidiana Ramos é jornalista e mestre em Estudos Étnicos e Africanos pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) da UFBA. Atualmente, trabalha como repórter especial do jornal A Tarde, sediado em Salvador, Bahia, onde realiza cobertura especializada em temas ligados a identidade negra, cultura afro-brasileira e religiosidade.
É blogger do Mundo Afro, blog especializado em temas relacionados a identidade negra, cultura afro-brasileira e religiosidade, hospedado no Portal A Tarde Online do Grupo A Tarde. No ano passado coordenou a equipe vencedora do Prêmio Banco do Nordeste 2010, nas categorias Mídia Impressa Regional e Mídia Impressa Nacional, com o especial Produtores de Owó, que abordou a participação dos afrodescendentes na economia de Salvador.
Organizadora do Conteúdo do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas: Angélica Basthi.
Angélica Basthi é escritora, jornalista e mestra em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da UFRJ e pós-graduada em História da África e em Gestão de Direitos Humanos, ambas pela Universidade Cândido Mendes. Foi fellow Programa Internacional de Bolsas da Fundação Ford (IFP). Já atuou como repórter de economia e de cultura em alguns dos principais veículos de imprensa do país como a Rádio MEC, o jornal Gazeta Mercantil, Tribuna da Imprensa e o Grupo Manchete.
É autora do elogiado livro “Pelé, estrela negra em campos verdes”, da Coleção Personalidades Negras, Editora Garamond (2008) e do artigo “Feminismo negro e suas práticas: algumas implicações na construção do simbólico” no livro “Mulheres e Desigualdades de Gênero”, Editora Contexto (2008) . Ano passado, foi responsável pela comunicação midiática da Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra.
Atualmente, dá aulas de capacitação para professores no Projeto A Cor da
Cultura, da Fundação Roberto Marinho e é coordenadora geral do Prêmio Jornalista Abdias Nascimento oferecido a jornalistas de todo o país.
Os conteúdos do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas estão em sintonia com a definição da aprendizagem como o resultado de um processo onde:
1) se elabora significados sobre um objeto ou realidade;
2) se estabelece relações e busca modificar as já existentes a partir de experiências pessoais, conhecimentos anteriores, novas informações e aproximações; e
3) se promove interações permanentes com o contexto sociocultural.
As atividades pedagógicas se propõem a dois propósitos complementares:
1) estimular a reflexão crítica coletiva sobre a cultura da mídia, estimular a
investigação e a construção de respostas a nível pessoal e coletivo sobre a qualidade do noticiário na mídia a partir da leitura orientada e a discussão dos textos da bibliografia e dos cases apresentados pelo/a facilitador/a.
2) estimular a produção de matérias com novos enfoques e novas referências a partir da simulação de entrevista com uma personagem convidada, além de incentivar aproximação do/a jornalista com as demandas locais com recorte de gênero, raça e etnia.


CLEIDIANE, ADOREI SEU PROJETO, QUERO SABER MAIS, POIS FAÇO PEDAGOGIA EM UMA FACLDADE EM CUIABÁ/MT. VALEU, GOSTARIA DE RECEBER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE SEU TRABALHO, OK ? MEU IMAIL É : xjcandrade@gmail.com. MEU NOME É JOSÉ CARLOS DE ANDRADE. BEIJÃO E ATÉ BRE !!!
ME RESPONDA, OK ?
Feito!
Oi José, o e-mail de Cleidiana Ramos é cleidiana@uol.com.br