Profissionais gravam depoimentos para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas

Tereza Cruvinel, Jorge Freitas, Rosana Hessel, Vicente Nunes, Jacqueline Saraiva, Mara Régia, Luiz Armando Vaz, Maria Honda e Eliane Cantanhede. Jornalistas que exercem diferentes funções nas rotinas produtivas do Jornalismo lançaram, na quinta-feira (4/8) e sexta-feira (5/8), diferentes olhares para as questões de gênero, raça e etnia na notícia e na cobertura diária para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

Tereza Cruvinel destaca projetos inovadoras do sistema público de comunicação

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – cobertura diária |

Por meio de depoimentos em vídeo, cada um deles com cerca de 2 minutos, as reflexões desses profissionais se conectam com o esforço do Curso de Gênero, Raça e Etnia de trazer um debate entre jornalistas sobre os novos desafios e transformações da profissão. Tudo sob a ótica de quem comanda, influencia, cria imagens, produz, reporta, comenta e edita. Visões de redações importantes do país: Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, CBN, Empresa Brasil de Comunicação e Zero Hora.

Vicente Nunes alerta para o conservadorismo de jovens jornalistas e a necessidade de quebrar preconceitos

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – cobertura diária |

A “conversa entre jornalistas” faz parte da metodologia do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que tem o objetivo de evidenciar os desafios e as possibilidades traçadas por profissionais com atuação em redações de jornal, rádio, TV e internet. A “conversa entre jornalistas” é bastante objetiva e não foge do assunto nem quando a cobertura de gênero, raça e etnia pareça uma questão difícil de responder.

Por meio dessa ferramenta, o debate nasce na redação e se amplia para os cerca de 400 participantes do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas nas cidades de Belém, Fortaleza, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo e as pessoas interessadas no debate impulsionado pelo curso. Uma conversa entre jornalistas e sociedade que, independente de possíveis divergências de opinião, está pensando o Brasil nas suas dimensões de gênero, raça e etnia.

Uma conversa que se expande por aqui, mas está longe de se encerrar. Faça parte dessa discussão! Já pensou no assunto? Pra começar: quando gênero, raça e etnia se tornam notícia? Como trabalhar melhor os temas gênero, raça e etnia na cobertura jornalística diária?

O grupo aí de cima já respondeu. Mande você também a sua resposta. Lembre-se, não há resposta fechada. O debate está apenas começando…

Visite a seção “Vídeos” aqui do blog e assista todos os depoimentos.

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