A redação fala sobre gênero, raça e etnia: Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, CBN, TV Brasil, Rádio Nacional e Grupo RBS

GALERIA “CONVERSAS ENTRE JORNALISTAS”

Este material foi gerado para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas. Agradecemos às/aos colegas pelo tempo cedido no meio da correria do trabalho e pela riqueza do debate: Eliane Cantanhede, Jacqueline Saraiva, Jorge Freitas, Luiz Armando Vaz, Mara Régia, Maria Honda, Rosana Hessel, Tereza Cruvinel e Vicente Nunes.

A “conversa entre jornalistas” faz parte da metodologia do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que tem o objetivo de evidenciar os desafios e as possibilidades traçadas por profissionais com atuação em redações de jornal, rádio, TV e internet. A “conversa entre jornalistas” é bastante objetiva e não foge do assunto nem mesmo quando a cobertura de gênero, raça e etnia parece uma questão difícil de responder. Disponível também no www.youtube.com/grejornalistas

Eliane Cantanhede – colunista da Folha de S. Paulo e colaboradora da Globo News

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

| Vídeo 3 – mulher  no Jornalismo | Vídeo 4 – raça e etnia no noticiário

Jacqueline Saraiva – repórter do Correio Web

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

| Vídeo 3 – mulher no Jornalismo | Vídeo 4 – mulheres negras no Jornalismo

Jorge Freitas – repórter de Economia do Correio Braziliense

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária | Vídeo 3 – pauta de gênero, raça e etnia |

Mara Régia – jornalista e apresentadora da Rádio Nacional Amazônia

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo |

Maria Honda – produtora da Rádio CBN

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária | Vídeo 3 – melhoria da cobertura diária 2 | Vídeo 4 – povos indígenas | Vídeo 5 – mulher no jornalismo

Luiz Armando Vaz – radialista e repórter fotográfico do Grupo RBS

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Rosana Hessel – repórter especial do Correio Braziliense

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 -melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – papel das mulheres no jornalismo |

Tereza Cruvinel – diretora-presidenta da EBC (Empresa Brasil de Comunicação)

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Vicente Nunes – editor de Economia do Correio Braziliense

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

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Saiba mais sobre refugiados no Brasil

O Brasil sempre teve um papel pioneiro e de liderança na
proteção internacional dos refugiados, sendo o primeiro país do Cone Sul a
ratificar a Convenção de 1951 relativa ao Estatuto dos Refugiados, no ano de
1960.  O mandato do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) no país, assim como em todo o mundo, é pautado pelos princípios de proteger os refugiados e promover soluções duradouras para seus problemas. A representação do ACNUR no Brasil localiza-se em Brasília, e a agência atua em cooperação com o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), ligado ao Ministério da Justiça.

Para garantir a assistência humanitária e a integração dos refugiados, o ACNUR também atua em parceria com organizações não-governamentais em diversos estados, sendo elas a Associação Antônio Vieira (no Rio Grande do Sul), as Cáritas Arquidiocesanas nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus, o Instituto Migrações e Direitos Humanos (no Distrito Federal), e o Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Guarulhos (no interior de São Paulo).

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Agência da ONU para Refugiados participa hoje do curso no Rio de Janeiro

Assistente social graduada pela Universidade Federal de
Pernambuco, Cyntia Sampaio possui experiência de trabalho de campo do 3º Setor onde trabalhou em ONGs nacionais e internacionais que lidam com a promoção da dignidade humana de solicitantes de refúgio e refugiados. Ela é a convidada de hoje (24/8) do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

Cyntia Sampaio vai conversar com jornalistas sobre situação do refúgio no Brasil

Vem fazendo cursos de especialização na área de refúgio e migrações forçadas em instituições renomadas como a Universidade de York, no Canadá e o Mahanirban Calcutta Research Group, na Índia. Atualmente trabalha como Assistente Sênior de Reassentamento/Soluções Duradoura no ACNUR Brasil (sampaio@unhcr.org)

Assista aos vídeos da galeria “Conversas entre jornalistas”

GALERIA “CONVERSAS ENTRE JORNALISTAS”

Este material foi gerado para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas. Agradecemos às/aos colegas pelo tempo cedido no meio da correria do trabalho e pela riqueza do debate: Eliane Cantanhede, Jacqueline Saraiva, Jorge Freitas, Luiz Armando Vaz, Mara Régia, Maria Honda, Rosana Hessel, Tereza Cruvinel e Vicente Nunes.

A “conversa entre jornalistas” faz parte da metodologia do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que tem o objetivo de evidenciar os desafios e as possibilidades traçadas por profissionais com atuação em redações de jornal, rádio, TV e internet. A “conversa entre jornalistas” é bastante objetiva e não foge do assunto nem mesmo quando a cobertura de gênero, raça e etnia parece uma questão difícil de responder. Disponível também no www.youtube.com/grejornalistas

Eliane Cantanhede – colunista da Folha de S. Paulo e colaboradora da Globo News

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

| Vídeo 3 – mulher  no Jornalismo | Vídeo 4 – raça e etnia no noticiário

Jacqueline Saraiva – repórter do Correio Web

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

| Vídeo 3 – mulher no Jornalismo | Vídeo 4 – mulheres negras no Jornalismo

Jorge Freitas – repórter de Economia do Correio Braziliense

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária | Vídeo 3 – pauta de gênero, raça e etnia |

Mara Régia – jornalista e apresentadora da Rádio Nacional Amazônia

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo |

Maria Honda – produtora da Rádio CBN

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária | Vídeo 3 – melhoria da cobertura diária 2 | Vídeo 4 – povos indígenas | Vídeo 5 – mulher no jornalismo

Luiz Armando Vaz – radialista e repórter fotográfico do Grupo RBS

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Rosana Hessel – repórter especial do Correio Braziliense

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 -melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – papel das mulheres no jornalismo |

Tereza Cruvinel – diretora-presidenta da EBC (Empresa Brasil de Comunicação)

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Vicente Nunes – editor de Economia do Correio Braziliense

| Vídeo 1 – notícia | Vídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Discussões em grupo

A professora Cleidiana Ramos dividiu a turma em dois grupos para analisar reportagens sobre a temática. O primeiro grupo analisou a reportagem “Pernambuco: homicídio mata 40 vezes mais negras”, onde os participantes falaram sobre os estereótipos impostos à mulhor negra, explorados na matéria. Uma participante afirmou ter dificuldade, no dia-a-dia do seu trabalho, para representar figuras negras em situação de alegria, pois o banco de imagens disponíveis na empresa em que trabalha é apenas associada á marginalidade e ao contexto de miséria.

O segundo grupo analisou a reportagem da revista ISTO É, intitulada “A saga dos Pankararus 500 anos depois”. Os participantes deste grupo discutiram como a sociedade retrata de maneira preconceituosa a cultura indígena. O grupo emitiu ainda várias opiniões sobre a matéria, como o excesso do uso de estereótipos. Uma das jornalistas participantes citou como problemática a questao ideológica da própria revista, cuja linha editorial é composta por profissionais do eixo Rio-São Paulo.

“Você tem realidades diferentes. Existe uma pressão para perder a identidade afro-brasileira. Não é a toa essa obsessão feminina em alisar o cabelo. Uma menina negra quando alisa o cabelo está buscando outra identidade. O que leva uma pessoa a negar sua própria identidade o tempo todo?”, ressaltou Cleidiana Ramos.

Imprensa e protestos

Se as revoluções democráticas na Tunísia e no Egito ocorressem no Brasil, os comentários nas redes sociais poderiam se aproximar de mensagens como “Esse protesto está atrasando minha chegada ao trabalho” ou “o congestionamento já dura três horas”.

Como ocorreu no vídeo apresentado no curso Gênero, Raça e Etnia, a criação de preconceitos em relação ao outro pode extrapolar os limites de enquadramento da notícia, a imposição de uma visão de mundo. Será que estamos preparados para reconhecer a motivação de protestos e causas sociais, que vão além das nossas?

Assista ao vídeo no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=6Fgdpww5DpI

 

Estatísticas ou pessoas?

Reportagem do sítio Pe360graus, de novembro de 2005, mostra que as mulheres negras sofrem mais preconceito no Recife. Dentre as capitais brasileiras, a cidade aparecia com o maior percentual de desemprego no recorte analisado. Repleta de indicadores estatísticos, nenhum personagem, sequer, foi ouvido.

“Não é possível que os únicos entrevistados neste texto sejam os responsáveis pela pesquisa. Por que não foram buscadas as razões, não se foi a campo, não se aprofundou a cobertura? A falta de tempo pode ser substituída por outras estratégias: o assunto pode virar especial, matéria no domingo”, explica Cleidiana Ramos.