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Como havíamos prometido está aqui o vídeo da atividade pedagógica em Maceió a partir da coletiva com a liderança indígena Raquel Xukurú- Kariri. Ele foi produzido por um dos grupos de participantes.

Ser índio é ter terra, diz liderança feminina Xukurú-Kariri

Durante o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, realizado nos dias 22 e 23 de agosto, no prédio do Cesmac, a líder indígena Xukurú-Kariri, Raquel, 37 anos, concedeu uma coletiva aos jornalistas presentes. A liderança falou sobre o papel da mulher na comunidade indígena em que vive no município de Palmeira dos Índios; a formação educacional das crianças da tribo; e a luta pelo território em meio à violência e exclusão do valor do povo indígena.

Acompanhe nos vídeos trechos da entrevista:

Xukurú-Kariri define a concepção indígena de território:
Liderança indígena define: “Ser índio é ter terra, única fonte que alimenta e sustenta”.

Xukurú-Kariri e o papel da mulher:
Guerreira desde o nascimento: A líder fala sobre os desafios de ser mulher indígena e da eterna batalha para preservar a identidade sua e de seu povo.

Xukurú-Kariri: educação e mídia
Em seu relato, Raquel afirma que a sociedade ignora as especificidades da cultura indígena, cuja visibilidade só é garantida no dia 19 de abril.

Inicia em Maceió o curso de Gênero, Raça e Etnia

Clediana Ramos fala a jornalistas Alagoanos

Clediana Ramos fala a jornalistas Alagoanos (foto: Elida Miranda)

Nesta segunda-feira (22.08), foi aberto o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas em Maceió, no auditório da Faculdade de Educação e Comunicação (FECOM) do Centro Universitário CESMAC. Devido às intensas chuvas que caem na capital alagoana desde cedo, iniciou com uma hora de atraso.

Cerca de 30 pessoas compareceram no primeiro dia da atividade. São jornalistas que atuam em redações dos principais jornais como O Jornal, Gazeta de Alagoas e Tribuna Independente; além de assessores de comunicação de instituições públicas e privadas; e acadêmicos de jornalismo interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre a diversidade étnicorracial e de gênero.

Diretores do Sindicato de Jornalistas Profissionais de Alagoas (Sindjornal) também estão presentes e são representados pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-AL) e Comissão de Mulheres Jornalistas.

Tudo pronto para o curso em Maceió

Maracatu Baque Alagoano em Ponta Verde, orla de Maceió, na tarde de hoje

Já está tudo pronto para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas em Maceió. As atividades começam amanhã (segunda-feira), às 18 horas, e terminam na terça.

É emocionante pisar nesse Estado, palco das lutas do grande Zumbi que, inclusive, dá nome ao aeroporto local. É pena que não vai dar para subir a Serra da Barriga ainda desa vez.

Mas já tive boas amostras de uma recepção calorosa: a simpatia de Valdice, Helciane e Manu, que estão organizando as coisas por aqui; a sorte de ver shows de maracatu e de conhecer Massagueira, uma área de mangue linda, cercada por restaurantes com comida deliciosa.

Ainda deu para dar um pulo rápido em Pontal, uma localidade que guarda o artesanato de renda, capitaneado por mulheres.

Enfim, Maceió é um encanto. (Cleidiana Ramos)

O endereço do curso é o auditório da Faculdade de Educação e Comunicação (FECOM) do Centro Universitário CESMAC- Rua Ângelo Neto, s/n, Farol.
Contato: Sindicato dos Jornalistas de Alagoas- Rua Sargento Jaime, 370,Prado. Fone: (82) 3326-9168
E-mail: sindjornal@uol.com.br
Site: http://www.sindjornal.org.br