Confiram reportagens em áudio produzidas em Recife, Rio e São Paulo

Demorou, mas como tínhamos prometido estão aqui as postagens dos trabalhos em grupo que ficaram faltando. São áudios feitos em Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.  O atraso foi por conta de problemas técnicos na ferramenta para este fim aqui no blog.

O áudio feito em Porto Alegre foi adicionado no post referente ao último dia do curso na capital gaúcha que vocês podem conferir logo abaixo ou clicando aqui.

Mais uma vez, agradecemos a todos que acompanharam  as redes sociais do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

Recife:

http://www.unifem.org.br/sites/1200/1299/00001476.mp3

Rio de Janeiro:

http://www.unifem.org.br/sites/1200/1299/00001481.mp3

São Paulo:

http://www.unifem.org.br/sites/700/710/00001927.mp3

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Participante cria grupo para extensão do debate

Atenção pessoal do Rio de Janeiro: o participante do curso na cidade, Rudá Lemos, criou no Facebook um grupo para dar sequências às discussões.

O nome do grupo é “Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas- RJ”. Interessados mandem as suas solicitações para participar. O moderador é o criador do grupo.

Confiram o belo trabalho do pessoal do Rio de Janeiro

Participantes realizando análise crítica de reportagens

Pessoal: chegamos ao fim do Curso de Gênero, Raça e Etnia no Rio de Janeiro. Turma animada, bem diversificada e que produziu como material, a partir da coletiva com Neuza Pereira da Ong Coisa de Mulher, duas sugestões de pauta, um projeto para um programa em TV que aborde o projeto de criação do Estatuto da Diversidade Sexual, uma entrevista em vídeo e outra em áudio.

Aqui vocês podem conferir o resultado do trabalho dos cinco grupos que trazem uma novidade: eles foram batizados com os nomes de heroinas negras. Uma tarefa adicional passada para os participantes foi pesquisar mais sobre as grandes mulheres que denominaram seus trabalhos coletivos. Confiram.

Sugestão de  Pauta  

  1. Partindo da data 29 de agosto, Dia da visibilidade Lésbica, com factual na  Praia de Copacabana no próximo domingo (28/08), vamos entrevistar Neusa Pereira, diretora da Ong Centro de Documentação e Informação Coisa de Mulher e integrante da Associação de Mulheres Brasileiras sobre :

1) O porquê da data , contextualização histórica e personagens.
2) Como está esse movimento aqui no Rio de Janeiro e em outros Estados? Quais as demandas e resoluções importantes nesse momento em que a campanha de conscientização anti-homofóbica para professores foi detonada?
3) Como se dá a repercussão  e a cobertura da mídia sobre o tema?
4) Partindo das informações acima entraremos em contato com a redação de um programa de tv, redação de um jornal , uma assessoria de imprensa, uma rádio, um portal e sindicatos. A ideia é saber a opinião dos profissionais e como o tema é tratado na sua área de atuação .
Locais que devem ser  visitados : CQC Band, Jornal O Dia (redação), Target Assessoria, que representa algumas contas do setor, Rádio Globo , Portal Sidney Rezende, revista do Sindicato dos Jornalistas do RJ, Fenaj , Sindicato dos Petroleiros e da Fiocruz . Com essas falas vamos construir um panorama do que existe de concreto em termos de Gênero, Raça e Etnia.

Grupo Antonieta de Barros

Gênica Alexandre
Françoise Vernot
Sandra Martins
Tatiana  Lima
Marcelle Chagas
Jaqueline Telles

Reportagem em vídeo

Grupo Lélia Gonzalez

Sugestão de pauta

“A revolução não vai acontecer na escola, mas a partir da mídia”

A militante dos movimentos negro, de mulheres e LGBT, Neusa das Dores Pereira não acredita que a escola seja capaz de transformar a cultura do preconceito arraigada na sociedade. A afirmação se deu no curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas promovido pela ONU Mulheres em parceria com a Fenaj.
A ativista provoca os profissionais de comunicação presentes a se co-responsabilizarem pela mudança de olhar para segmentos tradicionalmente excluídos da sociedade – alguns acumulando preconceitos, como mulheres-negras-pobres-lésbicas.

PAUTA

A mídia convencional não se auto questiona. Ao contextualizar a realidade, baseada numa ideia de imparcialidade, evita aprofundar temas que possam gerar desconforto.
A sugestão é desenvolver uma matéria sobre seu papel nesse processo de transformação da sociedade, ouvindo lideranças dos grupos excluídos, educadores e jornalistas.

Apresentar personagens que tenham sido estigmatizados a partir de uma abordagem preconceituosa da mídia.

Buscar exemplos de como é possível impactar positivamente o público a partir de uma abordagem sem preconceito de gênero, raça e etnia.

GRUPO AUTA DE SOUZA
Bruno Nasser
Cássia F. Andrade
Cíntia Cruz
Cristiane Garcia
Denise Viola
Diego Colta
Otávio Cunha
Rudá Lemos
Washigton Lemos

Projeto para Programa de TV

Tema: Estatuto da Diversidade Sexual- anteprojeto apresentado pela OAB
1 .Abrir com um VT sobre o que é o estatuto e mostrar personagens e especialistas justificando a sua necessidade.
2. Educação(encontrar um personagem que  possa contar experiências positivas, além de depoimentos)
3. Saúde (idem)
4. Experiência internacional (outros países que tenham elaborado documento semelhante) ///
Inserir personagens em pequenos depoimentos em todos os blocos.
Fontes: Neusa Pereira (Centro de Documentação e Informação Coisa de Mulher), Maria Berenice Dias (OAB), Astra –Rio, gestores

Grupo Mãe Aninha

Reportagem radiofônica

“Mídia e Discriminação em debate”
Neusa das Dores Pereira, diretora do Centro de Documentação e  Informação Coisa de Mulher, fala nessa entrevista sobre raça, etnia e gênero. Para ela, a comunicação pode revolucionar a sociedade rompendo com preconceitos.
Reportagem: Maria Felipa, do Rio de Janeiro, para o curso de Gênero, Raça e Etnia. Uma parceria entre a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e ONU Mulheres.

*A repórter que gravou o áudio assumiu o pseudônimo de Maria Felipa. Por problemas técnicos o áudio vai ser postado posteriormente

Grupo Maria Felipa

Começa etapa Rio de Janeiro do curso

Daqui a pouquinho, às 18 horas,começa a etapa Rio de Janeiro do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

As atividades no Rio, que seguem até amanhã (quinta-feira,) acontecerão na sede do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, Rua Evaristo da Veiga, 16/17º andar – Centro/Cinelândia